quinta-feira, 21 de julho de 2011

Não, não dê mais tantas voltas, não. Se chicoteia assim por qualquer perdão. Todo esse teatro não impressiona. Por maior que seja sua recompensa. Não se importe tanto assim. Com sua imagem decadente enfim. Nada adianta depois se lamentar. Por maior que seja sua displiscência. Volta, ou vai embora, meu amor. Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho. O caminho mais fácil nem sempre é melhor que o da dor. Dê uma chance pra vida te mostrar. Um jeito menos doloroso de se despedir. Não seja assim tão duro amor com as palavras. Lave bem as suas mãos antes de se decidir. Tira essa lama das botas. Antes de me dar as costas.

{ Luxúria - Lama }

terça-feira, 19 de julho de 2011


Se é pra viver um grande amor. Sei que é preciso cultivar. Hoje aprendi com o que passou que cada detalhe vai somar. Fui desatento, meu amor. Quem ama tem que reparar. Ver em você o que mudou e se é preciso eu mudar. Ouvir seu silêncio de mulher. Ver os sinais que você dá. Discretamente bate o pé, mexe os cabelos sem parar. Pintou as unhas de café, vive olhando pro nada...
Perdoa, amor, se levei tempo demais. Deixei uma porção de coisas pra trás. Errei em só olhar pra mim. Meu bem, nunca te vi assim. Nem só de amor se vive uma relação. Cada detalhe que perdi foi um grão e quantos grãos deixei cair. Será que já chegou ao fim?. Pior de tudo é perceber que você vinha dando sinais e eu não vi.

{ Sorriso Maroto - Sinais }
Uma mudança em nossa vida é sempre bem vinda. Qualquer tipo de mudança é sempre bem vinda. Parar por um momento e pensar o que você anda fazendo de certo e o que você anda fazendo de errado e tentar resolvê-los sempre. Tentar se por a par de todas as coisas que você acha que as coisas devem ser feitas e agir simplesmente com calma e naturalidade '

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sentimento é algo tão complexo. Não dá pra explicar quando realmente gostamos de uma pessoa. Quando eu gosto de uma pessoa, eu gosto pra valer. Sabe aquela pessoa que aos poucos vai me conquistando?. Elas se tornam pessoas inesquecíveis e ás vezes inseparáveis, mas também não adianta só gostar, é saber se essa pessoa também é recípocra com o que você sente. Se é amizade que seja sincera, se é amor que seja sincero. Sentimento é algo que não dá pra explicar, mas se torná-lo um tormento vira uma ferida ás vezes incurável '

domingo, 17 de julho de 2011

Ás vezes temos que tomar algumas decisões nas nossas vidas. Algumas dessas decisões podem mudar todo o rumo de uma história. Algumas vezes essas mesmas decisões podem melhorar ainda mais o que já tínhamos planejado fazer e algumas outras podem não fazer diferença e acabar só ficando no desejo '

Tá cansada, senta. Se acredita, tenta. Se tá frio, esquenta. Se tá fora, entra. Se pediu, aguenta. Se pediu, aguenta...
Se sujou, cai fora. Se dá pé, namora. Tá doendo, chora. Tá caindo, escora. Não tá bom, melhora. Não tá bom, melhora...
Se aperta, grite. Se tá chato, agite. Se não tem, acredite. Se foi falta, apite. Se não é, imite...
Se é do mato, amanse. Trabalhou, descanse. Se tem festa, dance. Se tá longe, alcance. Use sua chance. Use sua chance...

{ Lenine - Do it }

sábado, 16 de julho de 2011

Ás vezes eu paro pra pensar na profissão que quero seguir. Eu amo tanto biologia, sou fascinada por cada assunto que a biologia nos mostra. Sou fascinada pelo corpo humano, cada detalhe me deixa apaixonada *-*
Eu também gosto de maquiagem. Eu fico fascinada em estojos de maquiagem, meus olhos brilham com isso, mas não dá dinheiro isso, não tem futuro com isso.
Tenho medo de tá na área que eu não goste, que eu odeie muito e que não faça bem o trabalho. Tenho que acabar com essa indecisão :S

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia. Eu não encho mais a casa de alegria. Os anos se passaram enquanto eu dormia e quem eu queria bem me esquecia. Será que eu falei o que ninguém ouvia?. Será que eu escutei o que ninguém dizia?. Eu não vou me adaptar, me adaptar...
Eu não tenho mais a cara que eu tinha. No espelho essa cara já não é minha. É que quando eu me toquei achei tão estranho. A minha barba estava deste tamanho. Será que eu falei o que ninguém ouvia?. Será que eu escutei o que ninguém dizia?. Eu não vou me adaptar, me adaptar. Não vou me adaptar...

{ Nando Reis - Não vou me adaptar }
Você só percebe que cresceu quando alguém te põe a responsabilidade que ela(e) tinha com você nas suas próprias mãos e simplesmente deixa de mão pra você mesma(o) resolver sozinha(o).
Não dá para se manter quieta e calada quando se quer algo e quando esse algo é importante na sua vida. Sempre vão existir pessoas que querem adiar seus sonhos, mas só você mesmo(a) que tem que levantar a cabeça e permanecer com eles acima de tudo.


Ah, se eu fosse homem de ouvir meu coração e dar vazão não à razão, mas à vontade de mudar a situação e me arriscar, me machucar, mas mandar tudo para o ar só pra ficar com uma mulher ou pra fazer o que eu quiser abrir meu peito, é meu direito, se eu tivesse peito. Ah, se eu fosse homem...
Ah, se eu fosse homem de aguentar que uma mulher é como um homem e também pensa como um homem e quer sair com outros homens e apesar de todas as explicações antropológicas, na prática não tem explicação para o tesão e ai meu chapa 'cê só pode reclamar pro bispo. Ah, se eu fosse homem...
Ah, se eu fosse homem de parar de me portar feito um rochedo indestrutível e infalível, inabalável e imutável, previsível e impossível, um computador com músculos, um chefe, um pai, um homem com H maiúsculo eu seria o homem certo pra você. Ah, se eu fosse homem...

{ Ultraje A Rigor - Ah se eu fosse homem }

terça-feira, 12 de julho de 2011

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

{ Charlie Chaplin }





domingo, 10 de julho de 2011

Fico pensando, ás vezes, o como é difícil achar alguém que realmente te ama e gosta do jeito que você é, sem pedir pra que você mude. É difícil confiar numa pessoa com tanta convicção, com tanta certeza. É difícil manter os olhos fechados ás vezes, mas não é impossível deixar as coisas fluirem. O amor quando se torna confiável se torna mais sólido.

Tá na hora de cantar pra mudar. Já é hora de sorrir e sonhar. Se alimentar, se libertar. Tá na hora de louvar o Criador. Temos que descobrir o amor. .O amor conduz, é fonte de luz. Experimente amar, não é ruim. Flores crescerão no seu jardim. Experimente amar, não dói. Se livre do orgulho, ele destrói.

{ Vibrações - Experimente amar }
Esse é um dos contos que eu gosto bastante. Se chama A aranha de Orígenes Lessa
- Quer assunto para um conto? - perguntou o Enéias, cercando-me no corredor.
Sorri.
- Não, obrigado.
- Mas é assunto ótimo, verdadeiro, vivido, acontecido, interessantíssimo!
- Não, não é preciso... Fica para outra vez...
- Você está com pressa?
- Muita!
- Bem, de outra vez será. Dá um conto estupendo. E com esta vantagem: aconteceu... É só florear um pouco.
- Está bem... Então... até logo... Tenho que apanhar o elevador...
Quando me despedia, surge um terceiro. Prendendo-me à prosa. Desmoralizando-me a pressa.
- Então, que há de novo?
- Estávamos batendo papo... Eu estava cedendo, de graça, um assunto notável para um conto. Tão bom, que até comecei a esboçá-lo, há tempos. Mas conto não é gênero meu - continuou o Enéias, os olhos muito azuis transbordando de generosidade.
- Sobre o quê? - perguntou o outro.
Eu estava frio. Não havia remédio. Tinha que ouvir, mais uma vez, o assunto.
- Um caso passado. Conheceu o Melo, que foi dono de uma grande torrefação aqui em São Paulo, e tinha uma ou várias fazendas pelo interior?
Pergunta dirigida a mim. Era mais fácil concordar:
- Conheci.
- Pois olhe. Foi com o Melo. Quem contou foi ele. Esse é o maior interesse do fato. Coisa vivida. Batatal. Sem literatura. É só utilizar o material, e acrescentar uns floreios, para encher, ou para dar mais efeito. Eu ouvi a história, dele mesmo, certa noite, em casa do velho. Não sei se você sabe que o Melo é um violinista famoso. Um artista. Tenho conhecido poucos violões tão bem tocados quanto o dele. Só que ele não é profissional nem fez nunca muita questão de aparecer. Deve ter tocado em público poucas vezes. Uma ou duas, até, se não me engano, no Municipal. Mas o homem é um colosso. O filho está aí, confirmando o sangue... fazendo sucesso.
- Bem... eu vou indo... Tenho encontro marcado. Fica a história para outra ocasião. Não leve a mal. Você sabe: eu sou escravo.
Ora essa! Claro! Até logo.
Palmadinha no ombro dele. Palmadinha no meu. Chamei o elevador.
- É um caso único no gênero - continuou Enéias para o companheiro. - O Melo tinha uma fazenda, creio que na Alta Paulista. Passava lá enormes temporadas, sozinho, num casarão desolador. Era um verdadeiro deserto. E como era natural, distração dele era o violão velho de guerra. Hora livre, pinho no braço, dedada nas cordas. No fundo, um romântico, um sentimental. O pinho dele soluça mesmo. Geme de doer. Corta a alma. É contagiante, envolvente, de machucar. Ouvi-o tocar várias vezes. A Madrugada que Passou, O Luar do Sertão, e tudo quanto é modinha sentida que há por aí tira até lágrima da gente, quando o Melo toca...
- Completo! - gritou o ascensorista, de dentro do elevador, que não parou, carregado com gente que vinha do décimo andar, acotovelando-se de fome.
Apertei três ou quatro vezes a campainha, para assegurar o meu direito à viagem seguinte.
Enéias continuava.
- E não é só modinha... Os clássicos. Música no duro... Ele tira Chopin e até Beethoven. A Tarantela de Liszt é qualquer coisa, interpretada pelo Melo... Pois bem... (Isto foi contado por ele, hein! Não estou inventando. Eu passo a coisa como recebi.) Uma noite, sozinho na sala de jantar, Melo puxou o violão, meio triste, e começou a tocar. Tocou sei lá o quê. Qualquer coisa. Sei que era uma toada melancólica. Acho que havia luar, ele não disse. Mas quem fizer o conto pode pôr luar. Carregando, mesmo. Sempre dá mais efeito. Dá ambiente.
O elevador abriu-se. Quis entrar.
- Sobe!
Recuei.
- Você sabe: nessa história de literatura, o que dá vida é o enchimento, a paisagem. Um tostão de lua, duzentão de palmeira, quatrocentos de vento sibilando na copa das árvores, é barato e agrada sempre... De modo que quem fizer o conto deve botar um pouco de tudo isso. Eu dou só o esqueleto. Quem quiser que aproveite... O Melo estava tocando. Luz, isso ele contou, fraca. Produzida na própria fazenda. Você conhece iluminação de motor. Pisca-pisca. Luz alaranjada.
- A luz alaranjada não é do motor, é do...
- Bem, isso não vem ao caso... Luz vagabunda. Fraquinha...
- Desce!
Dois sujeitos, que esperavam também, precipitaram-se para o elevador.
- Completo!
- O Melo estava tocando... Inteiramente longe da vida. De repente, olhou para o chão. Poucos passos adiante, enorme, cabeluda, uma aranha caranguejeira. Ele sentiu um arrepio. Era um bicho horrível. Parou o violão para dar um golpe na bruta. Mal parou, porém, a aranha, com uma rapidez incrível, fugiu, penetrando numa frincha da parede, entre o rodapé e o soalho. O Melo ficou frio de horror. Nunca tinha visto aranha tão grande, tão monstruosa. Encostou o violão. Procurou um pau, para maior garantia, e ficou esperando. Nada. A bicha não saía. Armou-se de coragem. Aproximou-se da parede, meio de lado, começou a bater na entrada da fresta, para ver se atraía a bichona. Era preciso matá-la. Mas a danada era sabida. Não saiu. Esperou ainda uns quinze minutos. Como não vinha mesmo, voltou para a rede, pôs-se a tocar outra vez a mesma toada triste. Não demorou, a pernona cabeluda da aranha apontou na frincha...
O elevador abriu-se com violência, despejando três ou quatro passageiros, fechou-se outra vez, subiu.
O Enéias continuava.
- Apareceu a pernona, a bruta foi chegando. Veio vindo. O Melo parou o violão, para novo golpe. Mas a aranha, depois de uma ligeira hesitação, antes que o homem se aproximasse, afundou outra vez no buraco. "Ora essa!" Ele ficou intrigado. Esperou mais um pouco, recomeçou a tocar. E quatro ou cinco minutos depois, a cena se repetiu. Timidamente, devargazinho, a aranha apontou, foi saindo da fresta. Avançava lentamente, como fascinada. Apesar de enorme e cabeluda, tinha um ar pacífico, familiar. O Melo teve uma idéia. "Será por causa da música?" Parou, espreitou. A aranha avançaria uns dois palmos...
- Desce!
- Eu vou na outra viagem.
- Dito e feito... - continuou Enéias. - A bicha ficou titubeante, como tonta. Depois, moveu-se lentamente, indo se esconder outra vez. Quando ele recomeçou a tocar, já foi com intuito de experiência. Para ver se ela voltava. E voltou. No duro. Três ou quatro vezes a cena se repetiu. A aranha vinha, a aranha voltava. Três ou mais vezes. Até que ele resolveu ir dormir, não sei com que estranha coragem, porque um sujeito saber que tem dentro de casa um bicho desses, venenoso e agressivo, sem procurar liquidá-lo, é preciso ter sangue! No dia seguinte, passou o dia inteiro excitadíssimo. Isto sim, dava um capítulo formidável. Naquela angústia, naquela preocupação. "Será que a aranha volta? Não seria tudo pura coincidência?" Ele estava ocupadíssimo com a colheita. Só à noite voltaria para o casarão da fazenda. Teve que almoçar com os colonos, no cafezal. Andou a cavalo o dia inteiro. E sempre pensando na aranha. O sujeito que fizer o conto pode tecer uma porção de coisas em torno dessa expectativa. À noite, quando se viu livre, voltou para casa. Jantou às pressas. Foi correndo buscar o violão. Estava nervoso. "Será que a bicha vem?" Nem por sombras pensou no perigo que havia ter em casa um animal daqueles. Queria saber se "ela" voltava. Começou a tocar como quem se apresenta em público pela primeira vez. Coração batendo. Tocou. O olho na fresta. Qual não foi a alegria dele quando, quinze ou vinte minutos depois, como um viajante que avista terra, depois de uma longa viagem, percebeu que era ela... o pernão cabeludo, o vulto escuro no canto mal iluminado.
- (Desce!
- Sobe!
- Desce!
- Sobe!)
- A aranha surgiu de todo. O mesmo jeito estonteado, hesitante, o mesmo ar arrastado. Parou a meia distância. Estava escutando. Evidentemente, estava. Aí, ele quis completar a experiência. Deixou de tocar. E como na véspera, quando o silêncio se prolongou, a caranguejeira começou a se mover pouco a pouco, como quem se desencanta, para se esconder novamente. É escusado dizer que a cena se repetiu nesse mesmo ritmo uma porção de vezes. E para encurtar a história, a aranha ficou famosa. O Melo passou o caso adiante. Começou a vir gente da vizinhança, para ver a aranha amiga da música. Todas as noites era aquela romaria. Amigos, empregados, o administrador, gente da cidade, todos queriam conhecer a cabeluda fã de O Luar do Sertão, e de outras modinhas. E até de música boa. Chopin... Eu não sei qual é... Mas havia um noturno de Chopin que era infalível. Mesmo depois de acabado, ele ainda ficava como que amolentada, ouvindo ainda. E tinha uma predileção especial pela Gavota, ela surgia. O curioso é que o Melo tocava todas as noites. Havia ocasiões em que custava a aparecer. Mas era só tocar a Gavota, ela surgia. O curioso é que o Melo se tomou de amores pela aranha. Ficou sendo a distração, a companheira e Ela, com E grande. Chegou até a pôr-lhe nome, não me lembro qual. E ele conta que, desde então, não sentiu mais a solidão incrível da fazenda. Os dois se compreendiam, se irmanavam. Ele sentia quais as músicas que mais tocavam a sensibilidade "dela"... E insistia, nessas, para agradar a inesperada companheira de noitadas. Chegou mesmo a dizer que, após dois ou três meses daquela comunhão - o caso já não despertava interesse, os amigos já haviam desertado - ele começava a pensar, com pena, que tinha de voltar para São Paulo. Como ficaria a coitada? Que seria dela, sem o seu violão? Como abandonar uma companheira tão fiel? Sim, porque trazê-la para São Paulo, isso não seria fácil!... Pois bem, uma noite, apareceu um camarada de fora, que não sabia da história. Creio que um viajante, um representante qualquer de uma casa comissária de Santos. Hospedou-se com ele. Cheio de prosa, de novidades. Os dois ficaram conversando longamente, inesperada palestra de cidade naqueles fundos de sertão. Negócios, safras, cotações, mexericos. Às tantas, esquecido até da velha amiga, o Melo tomou do violão, velho hábito que era um prolongamento de sua vida. Começou a tocar, distraído. Não se lembrou de avisar o amigo. A aranha quotidiana apareceu. O amigo escutava. De repente, seus olhos a viram. Arrepiou-se de espanto. E, num salto violento, sem perceber o grito desesperado com que o procurava deter o hospedeiro, caiu sobre a aranha, esmagando-a com o sapatão cheio de lama. O Melo soltou um grito de dor. O rapaz olhou-o. Sem compreender, comentou:
- Que perigo, hein?
O outro não respondeu logo. Estava pálido, numa angústia mortal nos olhos.
- E justamente quando eu tocava a Gavota de Tárrega, a que ela preferia, coitadinha...
- Mas o que há? Eu não compreendo...
E vocês não imaginam o desapontamento, a humilhação com que ele ouviu toda essa história que eu contei agora...
- Desce!
Desci.

sábado, 9 de julho de 2011


Tô num dia agitado, o sinal fechado, coração na mão. No rádio uma canção de amor. Me faz lembrar você. Aumento o rádio tento relaxar, aliviar um pouco essa dor e no desespero eu tento te ver pelo retrovisor. Olho para o banco ao lado lembro os nossos beijos, noites de luar. Juro não dá pra aguentar tanta solidão. Desligo o rádio pego o celular, as lágrimas começam cair. Ao ouvir tua voz tão fria me dizer que não tá nem aí. Aumenta o sofrimento, nesse engarrafamento.
Diz aonde te encontrar. Eu preciso tanto te falar que a vida não é mais a mesma, que já não dá mais pra viver assim. Vivendo um sonho, essa vontade de você ficar.
Diz então o que fazer se onde eu vou tudo lembra você e o barulho de toda cidade já não dá pra esconder. O som do meu coração que bate forte na esperança de você voltar.

{ Limão Com Mel - Uma canção de amor }
Ás vezes as palavras machucam muito mais do que um tapa. A forma como ela é dita pode machucar por uma vida inteira. O cuidado que devemos ter ao medir nossas palavras antes de dizer devem ser cautelosas ou provocarão feridas que podem nunca mais cicatrizar.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dizem que estou louca que eu me perdi, que é você quem controla todos os meus sentidos, que me distanciei de todos e dos amigos
Dizem que estou louca que meus movimentos vêm dirigidos por seus pensamentos. Que nada me importa, tudo que você faz acredito, eu te perdoo, sempre volto e que não merece essas horas que me rouba.

Por isso dizem que estou louca porque teu amor é minha bandeira, porque semeei em você meus sonhos e te sigo amor aonde quiser
Por isso dizem que estou louca porque em sua pele esta meu lugar e comigo você se desafoga
Por isso dizem que estou louca porque concedo seus caprichos, porque as coisas de nós dois são suficientes para meu delirio
Prefiro que me chamem louca e que prossiga minha loucura porque sempre irei contigo.

Dizem que estou louca, que o amor é cego, que se converteu em todo meu universo, que estou em suas mãos e a sua boa sorte
Eu creio em você, eu te perdoo, sempre volto e que não merece essas horas que me rouba.

Por isso dizem que estou louca, porque teu amor é minha bandeira, porque semeei em você meus sonhos e te sigo amor, aonde quiser
Por isso dizem que estou louca porque em sua pele esta meu lugar e comigo você se desafoga
Por isso dizem que estou louca porque concedo seus caprichos, porque as coisas de nós dois são suficientes para meu delirio
Prefiro que me chamem louca e que prossiga minha loucura para sempre estar contigo.

E que é melhor viver essa loucura em sua boca e em seus olhos que me levam a lua...

{ Thalia - Loca }



Tudo de bom que você me fizer
Faz minha rima ficar mais rara
O que você faz me ajuda a cantar
Põe um sorriso na minha cara
Meu amor, você me dá sorte
Meu amor, você me dá sorte
Meu amor, você me dá sorte na vida

Quando te vejo não saio do tom, mas meu desejo já se repara
Me dá um beijo com tudo de bom e acende a noite na Guanabara
Meu amor, você me dá sorte
Meu amor, você me dá sorte
Meu amor, você me dá sorte de cara

{ Papas Da Lingua - Sorte }
Crescer não é tão fácil quanto parece, não é tão simples como parece. As responsabilidades vão dominando sua vida. Elas vão ficando cada dia maiores. Nada é mais simples quando você é criança que tudo é mais fácil de se resolver. Infeslimente as coisas não são assim quando você cresce.
É necessário pensar em seguir seu próprio caminho sem depender de ninguém. Andar sua própria trilha sem depender de ninguém. Olhar pra trás e ver que você é responsável por você e que o trabalho que seus pais tiveram com você simplesmente acabou.

Pra ser sincero não espero de você mais do que educação, Beijo sem paixão, crime sem castigo, aperto de mãos, apenas bons amigos.
Pra ser sincero não espero que você minta. Não se sinta capaz de enganar. Quem não engana a si mesmo.
Nós dois temos os mesmos defeitos. Sabemos tudo a nosso respeito. Somos suspeitos de um crime perfeito, mas crimes perfeitos não deixam suspeitos...

{ Engenheiros Do Hawaii - Pra ser sincero }

Saia desta vida de migalhas. Desses homens que te tratam como um vento que passou. Caia na realidade, fada. Olha bem na minha cara. Me confessa que gostou do meu papo bom, do meu jeito são, do meu sarro, do meu som, dos meus toques pra você mudar.
Mulher sem razão ouve o teu homem, ouve o teu coração ao cair da tarde. Ouve aquela canção que não toca no rádio...
Pára de fingir que não repara nas verdades que eu te falo. Dê um pouco de atenção. Parta, pegue um avião, reparta. Sonhar só não dá em nada. É uma festa na prisão. Nosso tempo é bom e nem vemos de montão. Deixa eu te levar então pra onde eu sei que a gente vai brilhar.
Mulher sem razão ouve o teu homem, ouve o teu coração batendo travado. Por ninguém e por nada. Na escuridão do quarto. Ouve o teu coração. Ao cair da tarde ouve aquela canção que não toca no rádio...

{ Cazuza - Mulher sem razão }

quarta-feira, 6 de julho de 2011


Ás vezes você fica olhando pro nada e fica imaginando um monte de coisas , fica criando momentos na sua cabeça, momentos que nunca vão acontecer e se chegarem a acontecer não serão do jeito que você ficou imaginando por horas, por dias, por meses...
Ficamos um tempão pensando e planejando coisas que não sabemos se vão realmente acontecer ou se ficarão apenas nos nossos pensamentos e quem dera esses planos não ficassem só nos nossos pensamentos...
Por muito tempo eu senti minha fé estava se escondendo
Procurando através do céu
Esperando encontrar um caminho
Um caminho para me levar alem do dia
Me perguntava aonde eu pertencia
É aqui que eu deveria estar?

Você me levantou quando eu estava caindo
Você foi meu amigo quando eu estava chamando
Agora eu estou no topo do mundo
No topo de todo o mundo
Sim, você sempre acreditou
Deu a minha vida um novo significado
Agora eu estou no topo do mundo
Topo de todo o mundo

{ Mandy Moore - Top of the world }


Um dia você deve ter caminhado por ai sem rumo na vida. Caminhou sem saber pra onde ir ou até mesmo caminhou pra fugir de pessoas que fizeram sofrer por algo, talvez por impaciência com elas.
A vida é um rumo que devemos seguir sozinhos, devemos seguir e optar o que será melhor pra nós. 
Ninguém vai traçar seu rumo, ninguém vai optar suas escolhas.
Ande sem rumo procurando sempre uma solução, pois no fim de tudo sempre há uma estrada que mostre o caminho certo para todas as coisas que você tanto quer resolver '

terça-feira, 5 de julho de 2011




Ás vezes na nossa vida temos a convicção daquilo que queremos e ás vezes temos dúvidas daquilo que queremos '